Entre folhas, sombras e luz filtrada, o Bengal surge com a força visual de um animal que carrega a natureza no corpo. Seu movimento, sua pelagem marcada e seu olhar atento revelam uma beleza viva, curiosa e impossível de domesticar por completo.
Esta obra celebra os companheiros que trazem energia ao ambiente — aqueles que exploram, observam, saltam, investigam e transformam a casa em território de descoberta. Há neles um instinto elegante, uma presença ativa e uma lembrança constante de que o afeto também pode ser movimento.
Mais do que retratar um animal, Selvagem em Casa preserva a sensação de ter por perto uma companhia intensa, inteligente e cheia de vida.